quinta-feira, 29 de maio de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Nada fica de nada
Nada fica de nada.
Nada somos.
Um pouco ao sol e ao ar nos atrasamos
Da irrespirável treva que nos pese
Da humilde terra imposta,
Cadáveres adiados que procriam.
Leis feitas, estátuas vistas, odes findas —
Tudo tem cova sua. Se nós, carnes
A que um íntimo sol dá sangue, temos Poente, por que não elas?
Somos contos contando contos, nada.
Nada somos.
Um pouco ao sol e ao ar nos atrasamos
Da irrespirável treva que nos pese
Da humilde terra imposta,
Cadáveres adiados que procriam.
Leis feitas, estátuas vistas, odes findas —
Tudo tem cova sua. Se nós, carnes
A que um íntimo sol dá sangue, temos Poente, por que não elas?
Somos contos contando contos, nada.
Ricardo Reis
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Índigo Blue
Índigo blue, índigo blue
Índigo blusão
Índigo blue, índigo blue
Índigo blusão
Sob o blusão, sob a blusa
Nas encostas lisas do monte do peito
Dedos alegres e afoitos
Se apressam em busca do pico do peito
De onde os efeitos gozosos
Das ondas de prazer se propagarão
Por toda essa terra amiga
Desde a serra da barriga
Às grutas do coração
Índigo blue, índigo blue
Índigo blusão
Índigo blue, índigo blue
Índigo blusão
Sob o blusão e a camisa
Os músculos másculos dizem respeito
A quem por direito carrega
Essa Terra nos ombros com todo o respeito
E a deposita a cada dia
Num leito de nuvens suspenso no céu
Tornando-se seu abrigo
Seu guardião, seu amigo
Seu amante fiel
Índigo blusão
Índigo blue, índigo blue
Índigo blusão
Sob o blusão, sob a blusa
Nas encostas lisas do monte do peito
Dedos alegres e afoitos
Se apressam em busca do pico do peito
De onde os efeitos gozosos
Das ondas de prazer se propagarão
Por toda essa terra amiga
Desde a serra da barriga
Às grutas do coração
Índigo blue, índigo blue
Índigo blusão
Índigo blue, índigo blue
Índigo blusão
Sob o blusão e a camisa
Os músculos másculos dizem respeito
A quem por direito carrega
Essa Terra nos ombros com todo o respeito
E a deposita a cada dia
Num leito de nuvens suspenso no céu
Tornando-se seu abrigo
Seu guardião, seu amigo
Seu amante fiel
Gilberto Gil
quarta-feira, 21 de maio de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
E assim...
... termina um final de semana em que os números gritam, o coração pulsa forte, a ansiosidade chega e toma conta. Tenho vontande de fazer tudo e mais um pouco, mas sei que é impossível.
"Jurei que nunca mais sonharia
A vida é triste sem a fantasia
A vida é triste sem a fantasia
Vivi o poeta, o índio e o cigano
Viver mais uma sem você meu engano
Viver mais uma sem você meu engano
Faço o que posso
Não faço o que quero
Digo o que penso
Fui sincero
Faço o que posso
Não faço o que quero
Se demorar
Te espero
Não faço o que quero
Digo o que penso
Fui sincero
Faço o que posso
Não faço o que quero
Se demorar
Te espero
Talvez te encontre seja como for
Prá falar besteira prá falar de amor"
Prá falar besteira prá falar de amor"
A garrafa de vinho se foi, seu sorriso não vi mas ouvi. Sinto sua falta menina... minha menina!
Essa via sacra (ou via crucis) não foi a toa, não será a toa e não foi só. Infelizmente muita gente não valoriza o tempo que gastam com e para você. Eu valorizo. Infelizmente não é como eu gostaria (e sei que nem você) mas é, ou melhor... está sendo. E eu agradeço. E tento fazer o meu melhor dentro dessa loucura em que vivo. Uma loucura que para muitos é apaixonante. E quer saber, para mim também!
E vou mimir (sim, eu falo mimir!) ouvindo Fountain of Salmacis (versão da nova turnê do Steve Hackett).
Amémzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
E vou mimir (sim, eu falo mimir!) ouvindo Fountain of Salmacis (versão da nova turnê do Steve Hackett).
Amémzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
sábado, 17 de maio de 2014
Um cadinho....
"Assim o amor se transformava tão completamente nessas organizações, que apresentava três sentimentos bem distintos; um era uma loucura, o outro uma paixão, o último uma religião."
O Guarani - José de Alencar
Assinar:
Postagens (Atom)
